quinta-feira, 30 de outubro de 2014


O pensamento coletivo pode mudar a realidade das escolas públicas

17/10/2014

  Fonte acesse : http://www.easycoop.com.br/Noticias/view.aspx?id=27570
 

Com o objetivo de conscientizar os professores do poder que eles têm para fazer a diferença nas escolas, a consultora pedagógica Maria Denise Crespo Nunes ministrou, no dia 14 de outubro, a palestra “Escola Cooperativa – uma construção coletiva” para os educadores da Escola de Educação Básica Santos Dumont, em Blumenau, instituição parceria da Cooper (Cooperativa de Produção e Abastecimento do Vale do Itajaí) no programa Cooperjovem.

 

O evento organizado pela Cooperativa  envolveu professores do ensino fundamental e do ensino médio, para marcar o Dia do Professor. “Esta foi a forma que encontramos para marcar a data, valorizando a profissão, demonstrando para os próprios educadores que, por mais complexa e desafiadora que seja a sua profissão, são eles que orientam as crianças e adolescentes para o caminho do conhecimento”, comenta a assistente de marketing da Cooper, Thaís Cristina Grahl Weege.

 

O Cooperjovem trabalha com a disseminação da cultura da cooperação, baseada nos princípios e valores do cooperativismo, por meio de atividades educativas em escolas públicas e cooperativas educacionais de todo o Brasil. O programa, do Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), reforça o quinto e o sétimo princípios do cooperativismo, almejando que a cooperação, base do sistema cooperativista, seja experimentada durante os processos de ensino-aprendizagem.

 

O tema da palestra foi escolhido de acordo com as demandas levantadas pelos educadores por meio de uma pesquisa na escola com os professores, os alunos e os pais. De acordo com a diretora da escola, Mara Rúbia Larroyed, a pesquisa detectou que falta maior interatividade dos pais com a escola e as atividades dos alunos. E, por isso, é necessário que a escola fomente ações com o objetivo de envolvê-los nas atividades dos filhos.

 

Maria Denise afirma que a principal mudança de paradigma que se deve ter hoje é a forma de encarar a escola. “Os alunos e os pais não devem vê-la apenas como um local de aprendizagem regular, mas como uma forma de se comunicar com o outro”, diz.

 

De acordo com a palestrante, é necessário fazer uma grande reflexão coletiva sobre a importância dos professores, da escola, suas responsabilidades e os desafios.

 

Há três anos a Escola Santos Dumont faz parte do programa Cooperjovem e a coordenadora do projeto no educandário, Laudicéia Lene de Freitas Barbosa, conta que já houve muitos avanços. “Uma das principais mudanças que percebemos é que aprendemos a pensar coletivamente e aos poucos os pais estão visitando mais a escola”, conta.

 

Em Santa Catarina o programa tem parceria com 23 cooperativas em 76 escolas da rede de ensino público, beneficiando mais de 500 professores e 18 mil alunos da educação infantil e do ensino fundamental em 43 municípios. Na Escola Santos Dumont são cerca de 1.700 alunos.

 

 

sábado, 25 de outubro de 2014

Desafio do Conhecimento

A escola participou do Desafio do Conhecimento da Revista Its, com os alunos do Ensino Médio.
Uma das provas era para gravar um vídeo respondendo o questionamento: “O que EU posso fazer para um mundo melhor?”.
O vídeo foi feito com a ajuda das professoras Daniela e Cíntia.


Mais informações acesse: Desafio do Conhecimento

Formatura do PROERD


O Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) concluiu suas atividades em nossa escola com os alunos dos 5º anos no dia 04/09.
As turmas das professoras Giovana e Jaqueline, foram até o Teatro Michelangelo na Uniasselvi, onde tiveram a Formatura.











O Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) tem como sua missão primeira a de educar crianças, no seu habitat, reunindo os esforços da família, polícia e escola, fortalecendo a auto-estima da criança e apresentando a ela um modelo positivo de vida. 


Acesse: Proerd

Vídeo da Copa do Mundo



Mostra Pedagógica de Vídeos 2014 da SED/SC
Tema: Campeonato Mundial de Futebol que acontece no Brasil
Categoria: Ensino Médio

O vídeo foi criado pela Prof. Cíntia Priscila Cristofolini da Sala Informatizada e foi selecionado para a Mostra de Vídeos da Secretaria da Educação em Florianópolis, representando Blumenau.



quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Contextualização e problematização do PEC em sala de aula

Embora o PEC seja um projeto cooperativo que envolve a escola toda e suas ações e atividades sejam planejadas para superar situações-problema coletivamente, para que tenha continuidade e sustentabilidade é preciso fazê-lo entrar na sala de aula! Algumas escolas que participam do Cooperjovem mergulharam o PEC na sala de aula desde a tabulação dos dados, contextualizaram a pesquisa de contexto juntamente com os alunos, ao mesmo tempo em que deram tratamento interdisciplinar à organização das informações coletadas, como foi o caso da Escola de Educação Básica Santos Dumont, de Blumenau, parceira da Cooper.
Exemplo 1


Ao contextualizar, o professor trata dos conteúdos de ensino pressupondo que possuem uma função, relacionam-se com circunstâncias e situações que dão significado ao aprendido, estimulando o protagonismo do aluno e sua autonomia intelectual. Da contextualização decorre a percepção da utilidade do aprendido (para que serve uma pesquisa de contexto, o que vamos fazer com as respostas coletadas, como podemos sintetizar os dados e descobrir o que é mais urgente na escola? Ah! Então é pra isso que a gente estuda fração e percentagem?), ou seja, que os conhecimentos escolares são significativos para a vida de quem aprende.
Contextualizar é uma atitude a ser exercida pelo professor permanentemente e não se confunde com exemplificação, ainda que possa servir-se dela. A contextualização dá sentido ao conhecimento construído, envolve o aluno afetiva e intelectualmente e é capaz de atribuir valor aos conhecimentos desenvolvidos na escola.
Exemplo 2


Os contextos podem ser estabelecidos por meio de aproximações com a vida de cada um, considerando relações com o meio ambiente, problemas de ordem social ou econômica, questões de convivência pessoal, de saúde ou sexualidade etc. Também pertence ao contexto a consideração do que a comunidade escolar pensa sobre o que não pode faltar na escola para que ela tenha qualidade, aspectos relacionados à vida local ou global – relativos à política, economia, ciência e tecnologia, entre outros.
Ao ter o conhecimento relacionado com a vida pessoal e/ou escolar, este adquire relevância como um modo de o aluno resolver os próprios problemas e os de seu entorno, fundamentar a tomada de decisões que afetam a qualidade de vida e tornar-se capaz de, com base no que aprendeu, fazer projetos de futuro.
A problematização, ou a proposição de situações de aprendizagem que exigem resolução de problemas, é um processo pelo qual se procura chegar a conclusões a partir de princípios e evidências, inferindo, com base no conhecido, novas possibilidades, ou avaliando os resultados obtidos. Um problema é uma situação nova que requer a utilização estratégica de técnicas já conhecidas. Essas características explicitam a diferença entre problema e exercício, quando existe um objetivo a ser atingido mediante a aplicação de procedimentos conhecidos. Resolver problemas, diferentemente, requer o uso de estratégias, reflexões e decisão sobre etapas não previstas.
As estratégias didático-pedagógicas, quando associadas à resolução de situações-problema, incentivam os alunos a se informarem para observar e interpretar dados; levantar hipóteses; pensar em possibilidades variadas de solução; construir argumentos e explicar as alternativas escolhidas; comparar diferentes alternativas de solução; avaliar a alternativa escolhida; descrever o processo de execução da solução encontrada.
Exemplo 3



Perguntar ou elaborar bons problemas não é tarefa simples. Não é qualquer pergunta que se transforma em problema; a problematização é fruto da associação de diversas informações e do relacionamento com o objeto de estudo, seja uma comunidade escolar, um segmento da população, uma área do conhecimento, uma questão social etc. No caso do exemplo 3, que reúne respostas de alunos, professores e pais, se poderia problematizar a razão da diferença entre o que é mais importante para alunos (aprendizagem) e professores (disciplina), por exemplo, já que é comum que a escola fale sobre a falta de interesse e vontade dos alunos em aprender. Oportunidade também para problematizar o discurso da escola: o que os alunos gostariam de aprender na escola? Por que não se interessam em aprender o que a escola quer ensinar?
O PEC favorece buscar as raízes das situações-problema apontadas pelos diferentes segmentos da comunidade escolar – contextualizar o problema –, para detectar questões que têm a ver com o contexto da escola, com as relações que se estabelecem dentro e fora dela.
Nesse caso, vale a pena pensar sobre como a elaboração do PEC poderá dar respostas a perguntas como: que atitudes podem viabilizar o diálogo escolar independentemente da natureza do problema? Em que situações os pressupostos da educação cooperativa podem sensibilizar a prática docente? Que ações coletivas podem mobilizar alunos e famílias a participar de forma efetiva na definição de novos rumos? Que atitudes são capazes de transformar a visão de todos os envolvidos no processo educacional? Como motivar a mudança de atitudes cooperativamente? Também nesse aspecto a contextualização e a problematização são posturas auxiliares à busca das respostas.

Fonte: http://www.ocesc.org.br/cooperjovem/?p=3749

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Sorteio do Tablet



No dia 11/07 no período matutino foi feito o sorteio do tablet da promoção feia pela APP da escola.  O sorteio é feito entre os alunos que contribuíram em no primeiro semestre do ano com a APP.

O ganhador foi o aluno Kauã Pereira, do 2º ano1, aluno da prof. Márcia.

Em dezembro terá um novo sorteio!



quinta-feira, 3 de julho de 2014

Bandeira do Brasil




O amor à Seleção Brasileira em nossa escola virou ajudar o nosso planeta.

Os brasileiros gostam de fazer aquela torcida pela seleção, o Brasil costuma parar totalmente nos horários dos jogos.   Mas não basta apenas amar o nosso país apenas em dias de jogos, podemos e devemos amá-lo sempre e por ele tentar fazer algo melhor.

A nossa escola escolheu demonstrar o amor ao nosso país de uma forma sustentável, criando uma bandeira de garrafas PET.  Assim, demonstrando para toda nossa comunidade que é possível reutilizar materiais.  Essa bandeira poderia ter sido feita de diversos outros materiais recicláveis, mas escolhemos a garrafa PET, que é tão comum em nosso cotidiano, e muito prejudicial se depositada em lugares inadequados.   O plástico demora mais de 100 anos para se decompor, caso seja jogado na natureza.

O Brasil é destaque no mundo em reaproveitamento de garrafas PET e latinhas de alumínio, mas ainda precisa haver muitas mudanças, pois o desperdício de outros materiais, como o papel também.



A organização da Copa no Brasil também se preocupa com a Sustentabilidade, no link abaixo é possível  ter  informações sobre isso:





 

 


 

Curiosidade:

Para fazer nossa bandeira foram utilizadas 942 garrafas PET, nelas foram feitos 3768 furos para fixação das garrafas, e 565 litros de refrigerante consumidos por nossa comunidade.



Agradecimentos:

Agradecemos a todos que direta ou indiretamente ajudaram realizar esse projeto interdisciplinar da bandeira do Brasil.   
 Aos professores Daniela (artes), João (física) e Vera (biologia).   

Os alunos das turmas 1NC2, 1NC6, 1NC9, 1NC10, 
3NC1, 3NC2, 3NC3, 3NC4. 
A comunidade da E.E.B. Santos Dumont, Banga Dunga, colaboradores da Pering Materiais de Construção e sr. Gerson Protássio