FORMAÇÃO DOS PROFESSORES
No dia 14/05 os professores participaram da formação do programa CooperJovem para dar início o novo Projeto de Cooperação PEC.
sexta-feira, 23 de maio de 2014
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Beija-flor
Ontem dia 20/05 nossa escola recebeu uma visita especial,
um filhote de beija-flor e a sua mamãe. O filhote estava aprendendo a voar, se
perdeu da mãe. Encontramos ele no chão perto da sala dos professores, e o
colocamos em uma das árvores do pátio, pois a mãe já estava a sua procura. Ela
o alimentou várias vezes, ele descansou, e depois de um tempo voou com a sua
mamãe.
Foto: Cíntia Priscila Cristofolini
Informações sobre o Beija-flor:
Beija-flor (Ramphodon dohrnii)
Bico quase reto e de mandíbula esbranquiçada. Todas as
retrizes (penas da cauda) são da cor bronze-metálico uniforme, tendo as
laterais (quatro de cada lado) a ponta branca.
Classe: Aves Ordem: Apodiformes Família: Trochilidae Nome
científico: Ramphodon dohrnii Nome vulgar: Beija-flor Categoria: Ameaçada
Características: Bico quase reto e de mandíbula esbranquiçada. Todas as retrizes (penas da cauda) são da cor bronze-metálico uniforme, tendo as laterais (quatro de cada lado) a ponta branca. As partes superiores são bronzíneo-esverdeadas e as partes inferiores cor de canela. As zonas superciliares e malares são brancas e a área pós-ocular é negra. A maxila é preta, a mandíbula amarela com ponta escura e os pés são amarelos. A fêmea tem o bico mais curvado, como também uma coloração mais pálida.
Características: Bico quase reto e de mandíbula esbranquiçada. Todas as retrizes (penas da cauda) são da cor bronze-metálico uniforme, tendo as laterais (quatro de cada lado) a ponta branca. As partes superiores são bronzíneo-esverdeadas e as partes inferiores cor de canela. As zonas superciliares e malares são brancas e a área pós-ocular é negra. A maxila é preta, a mandíbula amarela com ponta escura e os pés são amarelos. A fêmea tem o bico mais curvado, como também uma coloração mais pálida.
Voz: estrofe descendente, com três a quatro assobios
fortes.
Nidificação: O ninho é construído na face inferior das folhas de bananeiras e palmeiras, com paredes finas, através das quais se vêem os ovos. É feito de fragmentos filiformes de plantas, intercalados com líquens e fragmentos maiores de plantas.
Incubação: O tempo de incubação é de 15 dias e os filhotes permanecem no ninho por 27 dias. A época da incubação é de setembro a fevereiro. Ovo: 0,75 g, 17 x 10 mm. Asa 68 mm - cauda: 39 mm - bico: 29 mm.
Alimentação: Néctar. Retira o alimento de orquídeas, batendo as asas 80 vezes por segundo.
Comprimento: 12,2 a 13,7 cm.
Nidificação: O ninho é construído na face inferior das folhas de bananeiras e palmeiras, com paredes finas, através das quais se vêem os ovos. É feito de fragmentos filiformes de plantas, intercalados com líquens e fragmentos maiores de plantas.
Incubação: O tempo de incubação é de 15 dias e os filhotes permanecem no ninho por 27 dias. A época da incubação é de setembro a fevereiro. Ovo: 0,75 g, 17 x 10 mm. Asa 68 mm - cauda: 39 mm - bico: 29 mm.
Alimentação: Néctar. Retira o alimento de orquídeas, batendo as asas 80 vezes por segundo.
Comprimento: 12,2 a 13,7 cm.
Categoria/Critério: Ameaçada. É um dos beija-flores mais
ameaçados devido ao desmatamento desenfreado, que levou a uma extrema redução
de sua população.
Fonte: Ambiente Brasil
Dia das Mães e entrega de boletins
Os alunos do Ensino Fundamental, séries finais (1º ao 5º
anos), fizeram uma homenagem para as Mães no dia 09/05, no período matutino e vespertino.
Neste mesmo dia, foi à entrega dos boletins.
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Páscoa
No dia 16 de abril, os alunos das séries iniciais (1º ao 5º anos) dos períodos matutino e
vespertino, fizeram apresentações com o tema: Páscoa.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Curso de Oratória
ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO DE NOSSA ESCOLA APRENDEM
A ARTE DA RETÓRICA
Técnicas de apresentação;
Expressão corporal;
Enfrentando o medo de falar;
Controle emocional;
Produção textual do gênero textual discurso;
Apresentação do estudante nas Sessões de Oratória.
Ao final do curso, será realizada uma Sessão Solene no Auditório da Escola, onde os estudantes que mais se destacaram, proferirão seus discursos para todos os alunos do Ensino Médio.
Olimpíada de Língua Portuguesa
Nossa estudante Maihara Rafaela da Silva representará Santa Catarina na Olimpíada de Língua Portuguesa 2012
Ela escreveu um artigo sobre a revitalização da margem esquerda do Rio Itajaí-Açu, obra que vem sendo realizada pela Prefeitura Municipal de Blumenau, e foi classificada para a Etapa Regional do concurso.
A aluna Maihara Rafaela da Silva, do segundo ano do Ensino Médio (2NC3), irá representar Santa Catarina na Etapa Regional da Olimpíada de Língua Portuguesa. Ela produziu um artigo de opinião sobre o assunto que vem provocando muita polêmica em Blumenau e foi classificada na Etapa Estadual da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro.
“Decidi escrever sobre a margem esquerda do nosso Rio Itajaí. Depois das enchentes de 2008 e de 2011, ficou muito triste olhar para aquele lado do rio. Com a ajuda de pesquisas, descobri que já havia vindo dinheiro para a recuperação, o que aconteceu com o parecer dado pelo Comitê da Bacia do Itajaí, a polêmica gerada e qual foi a solução encontrada” – disse Maihara.
Acompanhada de sua professora de Língua Portuguesa, Edilamar Simão, a aluna irá viajar neste mês de novembro para Belo Horizonte , onde participará de oficinas para a terceira etapa da disputa, cuja fase nacional deve acontecer em dezembro, em Brasília.
A Etapa Regional tem por objetivo ampliar as habilidades de leitura e escrita e a visão de mundo dos alunos, além de desenvolver, com os professores, atividades destinadas a contribuir para a melhoria da qualidade do trabalho docente.
O tema central neste ano é "O Lugar onde Vivo", desenvolvido nos gêneros: poesia, memórias literárias, crônica e artigo de opinião.
O programa “Escrevendo o Futuro” é resultado de uma parceria entre o Ministério da Educação (MEC) e a Fundação Itaú Social (FIS). A coordenação técnica é do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação e Cultura e Ação Comunitária (CENPEC), com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Estado da Educação (Consed) e da União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
A classificação de Maihara é motivo de orgulho para nossa Escola!
quinta-feira, 5 de julho de 2012
PROGRAMA COOPER JOVEM
A partir da abertura dada pela LDB, o ensino do cooperativismo nas escolas viabilizou-se por meio do Programa Cooperjovem, criado no ano 2000, pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e executado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP). O objetivo do programa se torna realidade a partir da inserção de uma proposta educacional, baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir de princípios, valores e da prática da cooperação que embasam a doutrina cooperativista. O programa reforça o 5º e o 7º princípios do cooperativismo, respectivamente: Educação, Formação e Informação; e Interesse pela Comunidade. Valorizando a formação/capacitação continuada, o Cooperjovem beneficia professores e alunos de cooperativas educacionais e da rede de ensino público de todo o país.
Um programa social complementar à escola, com vistas à disseminação dos valores e princípios do cooperativismo pela via da educação cooperativa, seu público passa a ser também as comunidades onde se inserem essas escolas, transcendendo atividades meramente escolares e expandindo-se para práticas sociais mais amplas, a exemplo de ações empreendedoras e protagonistas da própria comunidade, apoiadas em novos saberes e meios de intervenção social de base cooperativa, em parceria com organizações cooperativistas.
Um programa social complementar à escola, com vistas à disseminação dos valores e princípios do cooperativismo pela via da educação cooperativa, seu público passa a ser também as comunidades onde se inserem essas escolas, transcendendo atividades meramente escolares e expandindo-se para práticas sociais mais amplas, a exemplo de ações empreendedoras e protagonistas da própria comunidade, apoiadas em novos saberes e meios de intervenção social de base cooperativa, em parceria com organizações cooperativistas.
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